Crescimento contínuo na criação de vagas de emprego no estado. Foto: Divulgação/Governo de SP O estado de São Paulo gerou mais de 300 mil novos postos de trabalho com carteira assinada nos primeiros oito meses de 2026, segundo dados da Fundação Seade, com informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

No mês de agosto, foram criadas quase 43 mil vagas de emprego formais. No total acumulado de 12 meses, o estado criou cerca de 175 mil novas oportunidades de trabalho.

Dessa forma, São Paulo corresponde a 27% do total de novas vagas com carteira assinada do país nos primeiros oito meses, 26% em agosto e 20% no acumulado de 12 meses. Esses números reafirmam São Paulo como o estado com o maior saldo de vagas do Brasil, responsável por 58% dos empregos gerados na região Sudeste em agosto e ao longo do ano.

Todos os períodos registrados mostram crescimento na geração de vagas: 0,29% em agosto, 2,13% nos primeiros oito meses e 1,19% no total de 12 meses.

Cidades com maior geração de emprego em agosto:

Cidades líderes em geração de empregos nos últimos oito meses:

Cidades destaque no emprego nos últimos 12 meses:

Agosto: 42.533

8 meses: 306.883

Últimos 12 meses: 174.041

Agosto: 165.827

8 meses: 1.134.033

Últimos 12 meses: 887.708

Agosto: 73.167

8 meses: 529.132

Últimos 12 meses: 332.368

Em agosto, São Paulo também registrou o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.725,54, seguido por Santa Catarina (R$ 2.492,57), Distrito Federal (R$ 2.433,12) e Rio de Janeiro (R$ 2.385,31). O aumento no salário dos trabalhadores em São Paulo é influenciado por fatores como o salário mínimo estadual, que atingirá uma valorização de quase 50% nesta gestão, estabelecendo o valor de R$ 1.874 ainda este ano.

O salário médio de admissão em São Paulo é 13% superior ao valor médio do Brasil (R$ 2.410,74). A região Sudeste é a que apresenta os maiores valores no país, com um salário médio de R$ 2.572,56.

O setor de serviços foi o principal responsável pela criação de empregos em agosto, com a geração de 30.106 novas vagas. Entre os destaques do setor, estão: administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (13.128), transporte, armazenagem e correio (7.822), alojamento e alimentação (3.865) e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3.333).

O sector do comércio, junto com a reparação de veículos automotores e motocicletas, gerou 5.092 vagas, seguido pelo setor da construção civil, que criou 2.728 empregos.

Os setores subsequentes incluem agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2.687) e a indústria geral (1.916), com destaque para a indústria da transformação, que gerou 2.197 vagas.

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