Elisabeth Carvalho alerta sobre consequências de quaisquer tipos de violência contra mulheres

“Qualquer tipo de violência contra a mulher não tem desculpas, tem consequências”, avisa a desembargadora Elisabeth Carvalho, coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher, que elabora sugestões para o aprimoramento da estrutura do Judiciário de Alagoas no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Neste 6 de dezembro, considerado o dia nacional da mobilização dos homens pelo fim da violência contra as mulheres, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Otávio Leão Praxedes, reforça a necessidade de se respeitar a dignidade de todas as mulheres: “É direito de todas as mulheres viver sem violência”.

Sensível ao combate a quaisquer formas de violência contras mulheres, o presidente inaugurou, no dia 22 de agosto, a Sala Lilás, onde funciona a Coordenadoria Estadual da Mulher. O espaço é utilizado para articulação e promoção e promoção de atividades voltadas para o combate à violência doméstica em Alagoas.

“Nossa proposta é, cada vez mais, fortalecer a rede de combate à violência contra a mulher no Estado”, afirmou, quando da inauguração. O juiz José Miranda, coordenador da Coordenadoria da Mulher, também está engajado na luta pelo respeito à dignidade de todas as mulheres.

“A luta para combater a violência doméstica contra a mulher não ocorre entre homens e mulheres e sim entre quem a abomina e quem no mínimo a aceita”, reforçou José Miranda, que auxiliar o juiz Paulo Zacarias no comando do 4º Juizado da Violência Doméstica Familiar da Capital.

PÁGINA DA COORDENADORIA DA MULHER NO PORTAL DO TJAL

Como forma de efetivar as ações de combate à violência doméstica, a Diretoria de Tecnologia do TJAL criou uma página na Internet para facilitar o acesso da população às informações sobre a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.

As informações sobre delegacias especializadas, Juizados Especiais e abrigos para acolhimento de vítimas de violência, na capital e no interior, estão no link Rede de Enfrentamento. No mesmo espaço, estão os contatos das organizações jurídicas engajadas no combate a este tipo de crime.

As estatísticas sobre a ação do Judiciário no enfrentamento à violência doméstica, a legislação que cria mecanismos de combate a qualquer forma de discriminação contra as mulheres, e as orientações para denunciar a violência doméstica também constam da página da Coordenadoria da Mulher.

Ascom – 06/12/2017